Audrey não era normal

Patu Antunes em Barcelona

Não sei de nada, nada, nada!!!! Março 24, 2009

Arquivado em: Espaço — Patu Antunes @ 2:26 am

Não sei por onde começar.  Também não sei dizer quando exatamente vou ao Brasil, quando volto, quando estarei onde. Igualmente não faço idéia de quando é que, por  fim, vou me instalar em meu próprio santuário e montá-lo à minha maneira. E, principalmente, não sei dizer se desisti do gato ou não. Só sei dizer que tou morrendo de vontade de viajar, que tenho trabalhado bastante, que tou tomando uns 3 litros de florais pra me acalmar… e que chegou a primavera (!!!!!!!!).

Qdo estiver mais inspirada, conto melhor o que anda acontecendo. Beijos.

 

Granada… ai, ai… Março 1, 2009

Arquivado em: Espaço — Patu Antunes @ 4:03 am
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Estou de fim de semana de festa em Granada. Que delícia!!!! Isso aqui é uma maravilha, se soubesse, teria vindo antes!!!!!

Bom, sao quase 4 da manha, acabamos de chegar de um bar-meio-discotequinha, e foi superlegal!!!! Ufaaaaa, tava precisando!!!!!!!!!!

Hora de tomar chazinho e ir pra caminha, dormir como um anjinho :)

Tchau!!!!

 

Deepak Chopra, I love you!!! (por favor, leiam até o final) Janeiro 5, 2009

Arquivado em: 1, Espaço — Patu Antunes @ 11:55 pm
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Antes de começar, faço um esclarecimento: gosto dos mistérios, mas nem por isso consumo auto-ajuda.

Deepak Chopra, o médico indiano-americano, é um ilustre do mundo da auto-ajuda. Eu nunca dei a mínima bola para essas coisas e achava as pessoas que devoram seus livros umas, perdão, idiotas. Mas olha só que maravilha de volta que o mundo dá: agora adoro Mr. Chopra e cheguei a isso da maneira mais simples e difícil – deixando meu preconceito de lado.

Não virei uma devoradora de seus livros (embora ache que deveria), mas há seis anos li um, indicado (ou melhor, prescrito) pela minha médica à época, um dos anjos que sempre deixaram minha vida melhor – a Fátima Freire, homeopata e acupunturista em Brasília. O título era horrível (“Sete leis para o sucesso”), achava que era de “ideologia yuppie” e me sentia meio ridícula só de me imaginar comprando o tal livro. Bom, para meu total desconcerto já dá pra imaginar que o livro é bom. Muito bom, aliás! Gostei e pensei que deveria ler Deepak Chopra mais vezes, mesmo quando não fosse prescrito pela minha médica.

Bom, de lá pra cá nunca mais li, mas sempre que vejo alguma notícia relacionada a ele, meu olho é automaticamente atraído. E, acho que já comentei aqui, descobri há pouco tempo que ele foi o braço direito do criador da técnica de meditação transcendental (essa cujo curso tou querendo fazer este ano, espero que logo). E que um dia, por acaso, encontrei um livro seu num sebo. Nem sei porquê comprei. E aí meses depois, rolou essa minha obsessão com a meditação – que ainda está a ponto de cumprir-se. Assim que fizer o curso e aprender a meditar sozinha, vou sossegar, prometo.

Estou quase chegando no motivo deste post: ainda estou lendo esse livro, que se chama “Ageless body, timeless mind” (Corpos sem idade, mentes sem tempo). É dos anos 90 e por isso, poderia estar “velho”, já que ele fala de muitas pesquisas científicas datadas. MAS, não, como o principal embasamento dele é a sabedoria da medicina tradicional oriental, é lógico que está tudo superatual.

Bom, nesse livro ele fala de como o tempo é uma questão subjetiva também do ponto de vista biológico. Ou seja, que o corpo envelhece não segundo o tempo real, mas segundo o que a gente acredita, segundo o que a nossa consciência entende como correto e factível. Como nossa cultura é de que envelhecer quer dizer tornar-se um inválido, o corpo acredita e vai na onda.

Mas, enfim, resolvi postar hoje, contra todos os prognósticos, porque graças a um exercício que tem no livro, algo muito simples e fácil, consegui algo que eu até hoje só pensava existir em outro mundo – um mundo alheio ao meu.

EU CONSEGUI MOVER UM PÊNDULO, duas vezes, SÓ COM O PODER DA MINHA MENTE.

Sim, juro, é verdade!!!! Fiz o que o Deepak Chopra diz no livro (e que segundo ele é facílimo) e o pêndulo ia pra lá e cá, de um lado por outro, pra frente e trás, em círculos, mais lento, mais rápido, segundo meus comandos MENTAIS. Que louco, não?

Como vocês devem estar curiosos para saber como se faz, descrevo abaixo – embora, ressalto, ler o livro é a melhor maneira porque aos poucos ele vai te ganhando e não parece algo absurdo fazer um pêndulo se mexer só com a força do pensamento.

Resumindo, ele diz o seguinte:

Primeiro, tem que fazer o pêndulo. Eu fiz o meu com um fio de nylon (30 cm) e pus no final uma coisinha de metal redonda, com um buraco no meio, onde amarrei o fio. Pode ser também amarrando um parafuso de 2,5 cm. Obviamente tem que ser algo leve mas pesado o suficiente para puxar o nailon pra baixo.

Parte 1 – Prestar atenção ao corpo. Ele passa um exercício de relaxamento para fazer antes do experimento propriamente dito. Deitado ou sentado, num quarto silencioso e sem distrações, você vai se concentrando em cada parte do corpo na ordem que vou passar a seguir. Concentrar-se em cada parte significa contrair e relaxar, respirando lentamente, sentindo os movimentos de contração e relaxamento. Se for possível flexionar a parte, flexionar também. Esse exercício deve ser feito sem pressa nenhuma e da maneira mais relax possível.

A ordem das partes é: pés (concentrar-se nos dedos, planta, peito e tornozelo); bumbum (nádega direita, esquerda); músculo abdominal; costas (parte baixa da coluna, meio, alto); mãos (dedos, dorso, pulso); ombros (pra frente e pra cima); pescoço (pra frente e pra trás); e rosto (fazer uma super careta e depois tensionar sobrancelhas e testa).

Parte 2 - Depois que fizer esse relaxamento (dura, mais ou menos, uns 15 minutos), sente-se de maneira confortável e apóie o braço firmemente, de alguma maneira – pode ser numa mesa, pode ser no braço do sofá ou da cadeira. Eu me sentei na cama com as pernas dobradas e apoiei o braço num dos joelhos. E aí com muita calma, respirando tranquilamente e absolutamente concentrada, pus o braço ali, deixei-o bem firme, parei o pêndulo. E comecei a pensar (eu fiz de olhos abertos), pensar, pensar e imaginar que o pêndulo se mexia pra frente e pra trás… Uns segundos depois, com alguma hesitação, ele foi se mexendo um pouquinho. Eu não sabia se era porque talvez não o tivesse parado totalmente no começo. Então mudei o pensamento: para o lado, para o lado, para o lado… E ele começou a mudar a direção, e foi balançando para os lados!!!!! Uau!!!! Não podia acreditar!!!! E aí comecei a pensar (e a verbalizar também) que ele balançava em círculos. E ele começou, aos poucos, a mudar o movimento… para círculos!!!!

Fiquei extasiada. Parei. E aí comecei outra vez. E funcionou!!!!!!!!! Desta vez, até experimentando com a velocidade… Incrível!!!!!!!!

Bom, ANO-NOVO, VIDA NOVA!!!!!! Tudo de bom pra todos nós, que Israel pare de atacar os palestinos, que acabe tanta ignorância. E que triunfe o amor!!!!!!!

Beijos.

 

Três anos… e parece que foi semana passada… Agosto 12, 2008

Arquivado em: Espaço — Patu Antunes @ 12:21 am
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Hoje faz três anos que meu pai morreu. Tenho pensado muito nisso nos últimos dias. E me dava um aperto… Mas hoje fui acordada por uma ligação carinhosa de Christos mu, só para me desejar “bom dia”, e num passe de mágica o dia da morte do meu pai já não estava condenado a ser gris.

Há três anos eu fui tragada por esse furacão que é a morte. Não posso dizer que já me recuperei totalmente. Não tenho tanta experiência com mortes para estar acostumada. E, mais importante, meu pai morreu sem que nós nunca nos entendêssemos realmente. Agora não tem mais como a gente se entender. Nos meus sonhos, talvez. No meu desejo para uma próxima encarnação. Mas aqui, agora, nesta realidade, nunca mais vou poder dizer a ele o que eu desejava ouvir e, principalmente, o que ele deveria escutar de mim. Nunca vou poder mostrar pra ele quem eu sou e não vou poder saber nada mais da história dele que não seja por terceiros. A morte é uma merda. Inevitavelmente merda.

No mais… estou morrrrrrrrrrrrrrrrrrrendo de saudade do gatinho, embora esteja gostando muito de estar sozinha no kinder *** Amanhã tenho outra sessão de tortura no dentista. Terei que perder um filme do Herzog, ao ar livre (!!!), pra isso (buf) *** Estou indo, moderadamente, à academia. Cada dia provo uma coisa. Não está malz, mas duvido que minha pancinha voltará ao estado anterior *** Hoje Roger me encheu o saco porque pisei BEM na bola. Tenho pensado no caso, mas nem de longe me afeta como antes :) *** Ontem vi um documentário MUITO interessante: “How to cook your life”. É sobre um mestre zen de um centro da Califórnia que fala sobre cozinhar (e comer) como um ato de amor. Ótimo! ***  Comecei a ler “Sauce Ciego, Mujer Dormida”, o novo do Murakami lançado por aqui. Meu herói!

Beijosssssssssssssssssss…….

 

Mais Dalai Lama e manifesto pró-Tibete Março 29, 2008

Arquivado em: Espaço — Patu Antunes @ 4:32 pm

Abaixo coloco uma mensagem do Dalai Lama ao povo chinês. Está em castelhano porque assino o newsletter da Casa del Tibet, daqui de Barcelona. Ahhh, pra quem quer colaborar de alguma forma, mesmo que mínima, please, assine o manifesto pró-Tibete que está neste link http://www.sostibet.com/ 

 

UN LLAMAMIENTO AL PUEBLO CHINO

Hoy mando mis sinceros saludos a mis hermanos y hermanas chinos de todo el mundo, especialmente a los de la República Popular China. En vista de los recientes acontecimientos en el Tíbet, quisiera compartir con vosotros mi opinión sobre las relaciones entre el pueblo tibetano y el chino y haceros llegar un llamamiento personal a todos vosotros.

Estoy profundamente apenado por la pérdida de vidas en los trágicos sucesos ocurridos recientemente en el Tibet. Soy consciente de que también algunos chinos han muerto. Mi pesar y mis plegarias para las víctimas y sus familiares. Los recientes disturbios demuestran claramente la gravedad de la situación en el Tíbet y la urgente necesidad de buscar una solución pacífica que beneficie a ambas partes por medio del diálogo. Incluso en esta coyuntura, he expresado mi buena voluntad hacia las autoridades chinas para trabajar juntos para conseguir paz y estabilidad.

Hermanos y hermanas chinos, os aseguro que no tengo ninguna intención de buscar la separación del Tíbet. Ni tampoco tengo ningún deseo de romper los lazos que unen al pueblo tibetano y al chino. Todo lo contrario, mi compromiso ha sido siempre buscar una verdadera solución al problema del Tíbet que asegure los intereses a largo plazo tanto de los chinos como de los tibetanos. Mi principal preocupación, como he repetido una y otra vez, es asegurar la supervivencia de la cultura característica del pueblo Tibetano, su idioma y su identidad. Como un simple monje que se esfuerza por vivir su vida según los preceptos Budistas, os puedo garantizar la sinceridad de mi motivación personal.

He hecho un llamamiento al gobierno de la República Popular China para que comprendan claramente mi posición y para que trabajemos para resolver este problema “buscando la verdad a partir de los hechos”. Insto al gobierno chino a poner en práctica su buen juicio e inicien un diálogo significativo con el pueblo tibetano. Hago también un llamamiento para que hagan sinceros esfuerzos para contribuir a la estabilidad y la armonía de la República Popular China y eviten crear rupturas entre las nacionalidades.

El retrato que han hecho los medios de comunicación estatales sobre los sucesos en el Tíbet, utilizando imágenes engañosas y distorsionadas podrían sembrar las semillas de tensiones raciales con consecuencias impredecibles a largo plazo.

Esto para mi es una grave preocupación. Igualmente, a pesar de mi repetido apoyo a los Juegos Olímpicos de Beijing, las autoridades chinas, con la intención de crear rupturas entre el pueblo chino y yo, las autoridades chinas afirman que estoy intentando sabotear los juegos. Sin embargo, me siento animado por el hecho que varios intelectuales y eruditos chinos han expresado también su gran preocupación por las acciones del gobierno chino y las posibles consecuencias adversas a largo plazo, especialmente con las relaciones entre diferentes nacionalidades.

Desde tiempos antiguos, los pueblos Tibetano y Chino han vivido como vecinos. En los dos mil años que se han registrado de la historia de nuestros pueblos, algunas veces hemos disfrutado de relaciones amistosas, entrando incluso en alianzas matrimoniales, mientras que en otras épocas hemos luchado unos contra otros. Sin embargo, desde que en Budismo floreció en China, antes de que llegara al Tíbet desde la India, nosotros los tibetanos históricamente hemos concedido al pueblo chino el respeto y afecto que se merecen como nuestros hermanos y hermanas mayores en el Dharma. Esto es algo bien conocido por los miembros de la comunidad china que viven fuera de China, algunos de ellos han asistido a mis conferencias sobre Budismo, así como también peregrinos de China continental, a quienes he tenido el placer de conocer. De estos encuentros me reconfortan y siento que pueden contribuir a un mejor entendimiento entre nuestros dos pueblos.

El siglo veinte ha sido testigo de enormes cambios en muchas partes del mundo y también al Tíbet le ha llegado esta turbulencia. Poco tiempo después de que se fundara la República Popular China en 1949, el Ejército de Liberación Popular entró en el Tíbet, y como consecuencia en Mayo de 1951 se firmó el Acuerdo de los 17 Puntos entre China y el Tibet. Cuando yo estuve en Beijing en 1954/55, asistiendo al Congreso Nacional Popular, tuve la oportunidad de conocer y entablar amistad personal con muchos dirigentes, incluyendo al mismo Presidente Mao. De hecho el Presidente Mao me aconsejó sobre diferentes asuntos, y asimismo me dio garantías personales sobre el futuro del Tíbet. Alentado por estas garantías e inspirado por la dedicación de muchos de los líderes revolucionarios de la China de entonces, regresé al Tíbet lleno de confianza y optimismo. Algunos miembros tibetanos del Partido Comunista Chino también albergaban esta esperanza.

Después de mi regreso a Lhasa, hice todos los esfuerzos posibles para conseguir una autonomía regional genuina para el Tibet dentro de la familia de la República Popular China. Creía que esto sería lo mejor para los intereses a largo plazo tanto del pueblo tibetano como del pueblo chino.

Lamentablemente, las tensiones, que se intensificaron en el Tibet desde 1956, finalmente derivaron en el levantamiento pacífico del 10 de Marzo de 1959 en Lhasa y posteriormente a mi huída hacia el exilio,. A pesar de que ha habido muchos cambios positivos en el Tibet bajo el dominio de la República Popular China, estos cambios, como señaló en Enero de 1989 el anterior Panchen Lama, se vieron ensombrecidos por el inmenso sufrimiento y la enorme destrucción. Los tibetanos se vieron obligados a vivir en un estado de miedo constante, mientras que el gobierno Chino seguía sospechando de ellos. Sin embargo, en lugar de cultivar enemistad hacia los líderes chinos responsables de la despiadada represión que sufría el pueblo tibetano, rogué por ellos para que se convirtieran en amigos, cosa que expresé en las frases siguientes de una plegaria que compuse en 1960, un año después de llegar a la India: “Puedan ellos alcanzar el ojo de la sabiduría, sabiendo discernir entro lo bueno y lo malo, y permanecer en la gloria de la amistad y el amor”. Muchos tibetanos, entre ellos colegiales, recitan estas frases en sus oraciones diarias.

En 1974, siguiendo a serias discusiones con my Kashang (gabinete) y con el Portavoz y Vice Portavoz de la entonces Asamblea de Diputados del Pueblo Tibetano, decidimos encontrar un Camino Medio que no buscase la separación del Tibet y China, sino que facilitase el desarrollo pacífico del Tíbet. A pesar de que en aquellos momentos no teníamos ningún contacto con la RPC, que estaba entonces inmersa en la Revolución Cultural, admitimos entonces que tarde o temprano tendríamos que resolver la cuestión del Tibet a través de negociaciones. También reconocimos que, por lo menos por lo que respecta a la modernización y el desarrollo económico, el Tíbet se beneficiaría en gran manera si permanecía dentro de la PRC. A pesar de que el Tibet tiene un rico patrimonio cultural antiguo, está materialmente subdesarrollado.

Situado en el techo del mundo, Tibet es la fuente de la mayoría de los ríos más importantes de Asia; por lo tanto es sumamente importante la protección del medio ambiente en la meseta tibetana. Puesto que nuestra mayor preocupación es salvaguardar la cultura Budista tibetana – que tiene sus raíces en los valores de la compasión universal- así como el idioma y la identidad única tibetana, hemos trabajado sinceramente en favor de conseguir un auto-gobierno para todos los tibetanos. La constitución de la RPC tiene estipulado este derecho a las nacionalidades tales como los tibetanos.

En 1979, el entonces supremo líder chino, Deng Xiaoping garantizó a mi emisario personal que “excepto la independencia del Tíbet, cualquier otra cuestión puede ser negociada”. Puesto que nosotros ya habíamos formulado nuestra intención de buscar una solución a la cuestión tibetana dentro de la constitución de la RPC, nos encontramos en una buena situación para reaccionar ante aquella nueva oportunidad. Mis representantes se reunieron en repetidas ocasiones con funcionarios de la RPC. Desde que reanudamos nuestros contactos en 2002, hemos tenido seis rondas de negociaciones. Sin embargo, en la cuestión fundamental, no ha habido ningún resultado concreto. Sin embargo, como ya he expresado muchas veces, estoy firmemente comprometido al planteamiento del Camino Medio y reitero aquí mi buena voluntad en continuar con el proceso de diálogo.

Este año el pueblo Chino esta esperando con orgullo e impaciencia la inauguración del los Juegos Olímpicos. Desde el principio yo he apoyado la idea de que a China se le permitiera albergar los Juegos. Mi posición no ha cambiado. China es el país con mayor número de habitantes en el mundo, una larga historia y una civilización muy rica. Hoy, debido a su impresionante progreso económico, está emergiendo como una gran potencia. Esto es realmente muy grato. Pero China también necesita ganarse el respeto y la estima de la comunidad global a través del establecimiento de una sociedad abierta y armoniosa, basada en los principios de la transparencia, libertad, y el predominio de la ley. Por ejemplo, hasta hoy las víctimas de la tragedia de la Plaza Tiananmen, que afectó adversamente la vidas de tantos ciudadanos chinos, no han recibido ni un desagravio ni tampoco ninguna respuesta oficial. Del mismo modo, cuando miles de chinos en las zonas rurales sufren injusticias de manos de funcionarios locales, corruptos y explotadores, sus legítimas quejas son ignoradas o contestadas con agresiones. Expreso mi preocupación tanto como ser humano como alguien que está dispuesto a considerarse como un miembro de esta gran familia que es la RPC. A este respecto, aprecio y apoyo la política del Presidente Hu Jintao de crear una “sociedad armoniosa”, pero esto solo puede conseguirse sobre la base de una confianza mutua y una atmósfera de libertad, incluyendo la libertad de palabra y el predominio de la ley. Creo firmemente que si se adoptan estos principios, se pueden resolver muchos problemas importantes relacionados con las minorías nacionales, como es el caso del Tibet, así como el Turkestan y Mongolia Interior, en donde los nativos ahora constituyen solo un 20% de la población total de 24 millones.

Yo esperaba que la reciente declaración del Presidente Hu Jintao diciendo que la estabilidad y seguridad del Tibet afecta a la estabilidad y seguridad del país, pudiera anunciar el nacimiento de una nueva era para la resolución del problema del Tibet. Desafortunadamente, y a pesar de mis sinceros esfuerzos para no separar el Tibet de China, los líderes de la RPC siguen acusándome de ser una “separatista”. Igualmente, cuando los tibetanos en Lhasa y en muchas otras áreas protestaron espontáneamente para expresar su profundo rencor, las autoridades chinas inmediatamente me acusaron de haber orquestado estas manifestaciones. He pedido que se realice una investigación a fondo para examinar esta alegación.

Hermanos y hermanas chinos -donde quiera que estéis- con profunda preocupación hago este llamamiento para que ayudéis a disipar los malentendidos entre nuestras dos comunidades. Además apelo a vosotros para que ayudéis a encontrar un solución pacífica y duradera al problema del Tibet a través del dialogo con ánimo de entendimiento y reconciliación.

 

Con mis oraciones,
El Dalai Lama
28 de Marzo de 2008

 

Oh, my God!!! Novembro 20, 2007

Arquivado em: Espaço — Patu Antunes @ 4:04 pm

Absolutamente inesperado: olhei a web e… saiu meu visto!!!!!!!!!!!!!!!!! :D

Ohhhh, agora é fazer a coisa acontecer direitinho pela loja, sem chateções, né?

Ufa, que alívio!!!! Já posso ir pra outro planeta e voltar pra cá, caso os planos mudem novamente!!!

Beijos.

 

Yes, nós temos kinder! Novembro 9, 2007

Arquivado em: Espaço — Patu Antunes @ 2:32 am

Solene aviso: assinei um contrato. E a partir de agora tenho um kinder ovo!!!! Yeeeees!!!!!!!! Até o fim do mês me mudo para um estúdio. Vou desfrutar, sozinha, de 20 metros quadrados, que por enquanto estão nus – exceto por um sofá-cama vermelho, uma microgeladeira e um miniarmário. Não vou postar foto porque o pobre kinder ainda é um pintinho pelado. Quando for uma vistosa galinha-d’angola, eu mostro!!!!

A propósito, o chá-de-panela é dia 18. Todas as amigas estão convidadas. ;)

Beijos.

 

Sister, you’ve been on my mind (ou réquiem de não-sei-o-quê) Outubro 2, 2007

Arquivado em: Espaço — Patu Antunes @ 3:57 pm

Sister,
you’ve been on my mind
Sister, we’re two of a kind
So sister,
I’m keepin’ my eyes on you
I betcha think
I don’t know nothin’
But singin’ the blues
Oh sister, have I got news for you
I’m somethin’
I hope you think
that you’re somethin’ too

Oh, Scufflin’,
I been up that lonesome road
And I seen a lot of suns goin’ down
Oh, but trust me
No low life’s gonna run me around

So let me tell you somethin’ sister
Remember your name
No twister,
gonna steal your stuff away
My sister
Sho’ ain’t got a whole lot of time
So shake your shimmy,
Sister
‘Cause honey this ’shug
is feelin’ fine.

 

Melodia em flor Julho 20, 2007

Arquivado em: Espaço — Patu Antunes @ 9:09 pm

Meu nome em mandarimMeu nome em mandarim

A Ju está aqui esta semana e para mostrar seu apreço, escolheu um nome chinês para mim. Ele significa “melodia em flor”. Poderia, na verdade, ter outros significados, já que as combinações são infinitas (é complicaaaaaaaaaado o mandarim, uff). Mas escolhemos essa.

A pronúncia correta é difícil de explicar, mas é mais ou menos assim: Paaaaaaa-tiuuuuuuuuu, fazendo uma curva pra cima e pra baixo entre o “i” e o “u”, que não acaba de supetão e sim continuaaaaaa. Ou seja, é mesmo um nome muito melódico!

(Rodrigo, vou descobrir o seu. Você vai ficar feliz?)

Beijos.

 

Stock Exchange… Woman… Junho 25, 2007

Arquivado em: Espaço — Patu Antunes @ 2:22 am

Ok, vamos lá. Hoje foi um dia de sol. Sol. Soooooooooooooooooooool. Fomos à praia, pouco a pouco nos encontrando, na preguiça da areia asquerosa da praia de Barcelona ciudad. Ok, nos adaptamos, perdoamos, queremos o sol. Sooooooooooooooooooooooooool. E aí ficamos, estiradas (os), bebendo do sol. Sonhar sob a luz solar é diferente. Porque… porque eu pulo aquela fase de muitas cores do sonho ordinário, das cores hipnotizantes que te embalam rumo ao sonho de uma noite inocente, para os sonhos sedentos daquilo que realmente faz falta em cada dia, fuckin’ dia.

Ground control to Major Tom… take your protein pills and put your helmet on…..

Acho que estou ficando disléxica, literal mas também (des)figuradamente disléxica……………………….

I’m stepping through the dark… and the stars look very different today……………..

Ground control to Major Tom, your circuit’s dead……… Can you hear me Major Tom????

……….

Now it´s time to leave the capsule…….. if you dare….

……….