Visto novo, yeah!!!!! Janeiro 23, 2009
Ando tao enlouquecida de trabalho (os de sempre + Ciclus + Sabor e Saber + Unidos por el Flow… ufa!) que até esqueci de postar uma ótima notícia: saiu a decisao sobre meu novo visto!!! Dois anos, pra trabalhar em qualquer lugar da Espanha, em qualquer área!!!
Bom, passando esse começo de ano onde meu único objetivo é dar um jeito de ir pro Brasil, terei que pensar com muita calma nesta segunda etapa de trabalho. Quero ganhar a mesma coisa, mas trampando menos, é lógico, e em coisas que tenham muito a ver comigo. Agora estou no pique de 55, 60 e às vezes 70 horas semanais. Nao tem corpo que aguente.
Por falar em trampo, aqui estou agora! Beijosssssss……
Sexta, dia 30, lançamento do livro (espero)!!! Janeiro 23, 2009
Pois, parece que já está rodando!! Com tantas surpresas que tive ao longo da produção desse livro que nem acredito… MASSSSSSSSSS, sexta, dia 30, no CCCB – Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona, lanço meu livro (feito com vários colaboradores, mas meu filhinho total) sobre o projeto Unidos por el Flow (que eu chamava aqui de “projeto latino”).
Aqui abaixo coloco o videoclipe da música-tema do disco, que foi lançado mês passado. E também tem o myspace: www.myspace.com/unidosporelflow
Depois conto como foi! Beijosssssss…….
Direto da madrugada Janeiro 15, 2009
São quatro da manhã e aqui estou, arrancando o couro pra subir o que parece ser o último archivo pra esse *** livro que inventei de fazer pro projeto latino (que se chama Unidos por el Flow). Se amanhã a gráfica finalmente começar a rodar, no dia 30 vamos apresentá-lo no CCCB – Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona. Bufffffffff….. É isso que dá: ações impensadas, esforço dobrado. Da próxima vez eu aprendo!
No mais, ontem fiquei malz. Estômago reclamou (faz uns 2 meses que não vou à acupuntura) e não tou tendo água quente no apê novo… Fui lavar a cabeça e peguei pneumonia… será?
Bom, a toca nova está cheia de problemas – algo normal por aqui. Muitos apartamentos são uma verdadeira merda e os proprietários não estão nem aí. Este, por exemplo, tem a fiação elétrica toda fodida, a persiana do meu quarto tá enganchada no meio, a água é de fria à morninha (estamos no inverno)… buffffff…. sem falar na falta de elevador, mas isso eu entendo como “academia grátis”.
Com o gato… bom, estou lutando contra os pensamentos negativos que insistem em grudar na minha cabeça. O fofo possui outro chip sobre o modo de encarar os relacionamentos e a vida e eu não estou conseguindo entender isso – entender e ver se me interessa ou não. De modo que minha ação neste momento é ficar na minha e evitar pensar que essa história não dá certo nem com reza. O paradoxo é que estar juntos é sempre legal ou superlegal… o problema é que todo o resto do tempo que estamos cada um no seu canto, vivemos em quadrantes MUITO diferentes. Não sei se estamos nos distanciando, se estou desistindo, se ele está desistindo… não consigo ver com distância. Mas a química continua ótima, o carinho também… Aaaaaaaaaiiiiiiiiii, não quero ficar pensando no assunto. Tou com tanta coisa pra fazer que é ridículo ficar gastando neurônio com a morte da bezerra.
Tchau.
Meu Meme Janeiro 6, 2009
Eu nunca tinha ouvido falar disso, mas como a Luiza, do Admirável Mundo da Lulu, me propôs, achei legal e aqui estou fazendo o meu “meme”. O meme é um conjunto de idéias que resumam um fato e que seja passado para outros – no caso, que resumam esta que vos fala e que chegará a vocês, que estão lendo. Para participar, tem que seguir umas orientações, que coloco a seguir:
As regras sãoas seguintes:
- Linkar a pessoa que te indicou
- Escrever as regras do meme em seu blog
- Contar 6 coisas aleatórias sobre você
- Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post
- Deixe a pessoa saber que você a indicou, deixando um comentário para ela
- Avise os “indicandos” sobre a publicação do seu post
Okz, já estamos no passo 3. Seis coisas sobre mim:
- Sou uma pessoa de extremos. Amo-odeio, 8-80, pálido-chocante. E, sendo assim, sou bem aquele tipo de pessoa que detesta ser contrariada. Racionalmente sei que as coisas não funcionam assim e que perco possibilidades, mas é algo inato. Quando me dou conta, ao estar tão chateada, me desconecto completamente de pessoas que até ontem estavam muito próximas. Elas somem do meu mapa emocional, viram “nada” na minha vida. E isso sem um pingo de remorso. (Pareço boazinha, mas às vezes …)
- No geral acredito que os objetivos coletivos devem estar acima dos pessoais. Deve ser por isso que me incomodam muito, muito as injustiças e a corrupção. Um dos motivos para ter deixado o Brasil e um dos impedimentos para voltar é o surrealismo da vida pública, do jeitinho, dos amiguismos, das propinas.
- Falo muito, muito, demais. Consigo ser sucinta para escrever, mas jamais resumir algo verbalmente.
- Tenho grandes e profundas inquietações existenciais e filosóficas. Não aguento pessoas superficiais, não tenho paciência para os rasos e menos ainda para os excessivamente materialistas. Para mim, a realidade não é 1% do que se vê. Acho que sou uma apaixonada pelos mistérios, pelo significado oculto, pelo que está nas profundezas, pelo que não se explica (embora eu adore tentar explicar).
- Amigos, amigos, amigos. Preciso deles, preciso ter pessoas com quem… falar (item 3). Preciso ter alguém pra abrir o coração, fazer ilações, criar hipóteses, imaginar, explicar… Tenho que fazer isso sempre com alguém – e esse alguém são os amigos. Alguns (algumas) são tão importantes na minha vida que na verdade são como meus irmãos e irmãs mesmo. Isso é algo que gosto em mim: capacidade para conhecer gente incrível (de maneira seletiva, que fique claro) e estabelecer uma relação mais profunda.
- Outro dia fizeram a melhor definição sobre a minha pessoa: estou eternamente “em busca de”. É verdade. Quando era adolescente, uma das minhas melhores amigas apareceu com um poema do Drummond, em que ele perguntava: “procurar o quê?”. Me identifiquei imediatamente. Eu era – e ainda sou – isso. Estou procurando sempre esse “quê”, esse mistério, essa fagulha que está em todos os lugares e em nenhum, e que me deixa louca de vontade de continuar vivendo.
Pois, meme feito!!! Agora, passo a bola pra Carol, Vivi, Rodrigo, Marcia Lima, Nilza e Alexandra Periard.
Beijos.
Deepak Chopra, I love you!!! (por favor, leiam até o final) Janeiro 5, 2009
Antes de começar, faço um esclarecimento: gosto dos mistérios, mas nem por isso consumo auto-ajuda.
Deepak Chopra, o médico indiano-americano, é um ilustre do mundo da auto-ajuda. Eu nunca dei a mínima bola para essas coisas e achava as pessoas que devoram seus livros umas, perdão, idiotas. Mas olha só que maravilha de volta que o mundo dá: agora adoro Mr. Chopra e cheguei a isso da maneira mais simples e difícil – deixando meu preconceito de lado.
Não virei uma devoradora de seus livros (embora ache que deveria), mas há seis anos li um, indicado (ou melhor, prescrito) pela minha médica à época, um dos anjos que sempre deixaram minha vida melhor – a Fátima Freire, homeopata e acupunturista em Brasília. O título era horrível (“Sete leis para o sucesso”), achava que era de “ideologia yuppie” e me sentia meio ridícula só de me imaginar comprando o tal livro. Bom, para meu total desconcerto já dá pra imaginar que o livro é bom. Muito bom, aliás! Gostei e pensei que deveria ler Deepak Chopra mais vezes, mesmo quando não fosse prescrito pela minha médica.
Bom, de lá pra cá nunca mais li, mas sempre que vejo alguma notícia relacionada a ele, meu olho é automaticamente atraído. E, acho que já comentei aqui, descobri há pouco tempo que ele foi o braço direito do criador da técnica de meditação transcendental (essa cujo curso tou querendo fazer este ano, espero que logo). E que um dia, por acaso, encontrei um livro seu num sebo. Nem sei porquê comprei. E aí meses depois, rolou essa minha obsessão com a meditação – que ainda está a ponto de cumprir-se. Assim que fizer o curso e aprender a meditar sozinha, vou sossegar, prometo.
Estou quase chegando no motivo deste post: ainda estou lendo esse livro, que se chama “Ageless body, timeless mind” (Corpos sem idade, mentes sem tempo). É dos anos 90 e por isso, poderia estar “velho”, já que ele fala de muitas pesquisas científicas datadas. MAS, não, como o principal embasamento dele é a sabedoria da medicina tradicional oriental, é lógico que está tudo superatual.
Bom, nesse livro ele fala de como o tempo é uma questão subjetiva também do ponto de vista biológico. Ou seja, que o corpo envelhece não segundo o tempo real, mas segundo o que a gente acredita, segundo o que a nossa consciência entende como correto e factível. Como nossa cultura é de que envelhecer quer dizer tornar-se um inválido, o corpo acredita e vai na onda.
Mas, enfim, resolvi postar hoje, contra todos os prognósticos, porque graças a um exercício que tem no livro, algo muito simples e fácil, consegui algo que eu até hoje só pensava existir em outro mundo – um mundo alheio ao meu.
EU CONSEGUI MOVER UM PÊNDULO, duas vezes, SÓ COM O PODER DA MINHA MENTE.
Sim, juro, é verdade!!!! Fiz o que o Deepak Chopra diz no livro (e que segundo ele é facílimo) e o pêndulo ia pra lá e cá, de um lado por outro, pra frente e trás, em círculos, mais lento, mais rápido, segundo meus comandos MENTAIS. Que louco, não?
Como vocês devem estar curiosos para saber como se faz, descrevo abaixo – embora, ressalto, ler o livro é a melhor maneira porque aos poucos ele vai te ganhando e não parece algo absurdo fazer um pêndulo se mexer só com a força do pensamento.
Resumindo, ele diz o seguinte:
Primeiro, tem que fazer o pêndulo. Eu fiz o meu com um fio de nylon (30 cm) e pus no final uma coisinha de metal redonda, com um buraco no meio, onde amarrei o fio. Pode ser também amarrando um parafuso de 2,5 cm. Obviamente tem que ser algo leve mas pesado o suficiente para puxar o nailon pra baixo.
Parte 1 – Prestar atenção ao corpo. Ele passa um exercício de relaxamento para fazer antes do experimento propriamente dito. Deitado ou sentado, num quarto silencioso e sem distrações, você vai se concentrando em cada parte do corpo na ordem que vou passar a seguir. Concentrar-se em cada parte significa contrair e relaxar, respirando lentamente, sentindo os movimentos de contração e relaxamento. Se for possível flexionar a parte, flexionar também. Esse exercício deve ser feito sem pressa nenhuma e da maneira mais relax possível.
A ordem das partes é: pés (concentrar-se nos dedos, planta, peito e tornozelo); bumbum (nádega direita, esquerda); músculo abdominal; costas (parte baixa da coluna, meio, alto); mãos (dedos, dorso, pulso); ombros (pra frente e pra cima); pescoço (pra frente e pra trás); e rosto (fazer uma super careta e depois tensionar sobrancelhas e testa).
Parte 2 - Depois que fizer esse relaxamento (dura, mais ou menos, uns 15 minutos), sente-se de maneira confortável e apóie o braço firmemente, de alguma maneira – pode ser numa mesa, pode ser no braço do sofá ou da cadeira. Eu me sentei na cama com as pernas dobradas e apoiei o braço num dos joelhos. E aí com muita calma, respirando tranquilamente e absolutamente concentrada, pus o braço ali, deixei-o bem firme, parei o pêndulo. E comecei a pensar (eu fiz de olhos abertos), pensar, pensar e imaginar que o pêndulo se mexia pra frente e pra trás… Uns segundos depois, com alguma hesitação, ele foi se mexendo um pouquinho. Eu não sabia se era porque talvez não o tivesse parado totalmente no começo. Então mudei o pensamento: para o lado, para o lado, para o lado… E ele começou a mudar a direção, e foi balançando para os lados!!!!! Uau!!!! Não podia acreditar!!!! E aí comecei a pensar (e a verbalizar também) que ele balançava em círculos. E ele começou, aos poucos, a mudar o movimento… para círculos!!!!
Fiquei extasiada. Parei. E aí comecei outra vez. E funcionou!!!!!!!!! Desta vez, até experimentando com a velocidade… Incrível!!!!!!!!
Bom, ANO-NOVO, VIDA NOVA!!!!!! Tudo de bom pra todos nós, que Israel pare de atacar os palestinos, que acabe tanta ignorância. E que triunfe o amor!!!!!!!
Beijos.
Good-bye minha vida até agora! Janeiro 1, 2009
São pouco mais das duas da manhã, aqui já é 2009. Embora já passado, 2008 não é um ano velho para mim. Foi mais um bom ano, posso dizer. Mas estes últimos dias, estas últimas duas semanas, me deixaram verde de irritação! Não quero entrar em detalhes porque, afinal, não tenho a mínima vontade de ir pra cama com raiva outra vez, mas… por que que a gente é assim???
No mais, estou morrendo de saudades dos queridos, das queridas, dos velhos amigos, dos que falei em sonho. Muita, muita saudade. Deveria ter desaparecido daqui neste fim de ano. Errei. Agora estou esperando vagar um buraco em qualquer pedaço de chão e me meter nele.
Beijos.
(E FELIZ 2009!!!!!)
