Vida de empregada. Ou escrava independente. Tirei o domingo para experimentar o glorioso roça-roça do esfregão. Oh, querida vassoura, que calos proeminentes me provocas! Que calorosa dor de coluna! Que arrepiante me deixas os cabelos! Que êxtase a vida de empregada, não? Estou e-mo-cio-na-da, quase dançamos um tango o rodinho e eu nessas 7 horas de limpeza profunda. Isso é que é felicidade! Cinema? Música? Fuck-fuck? Pra quê? Pra quêêêê???? Se sou tããão feliz com o bombril e o Pinho Sol!!!!
Bobagens à parte, estou realmente contente – e, graças a deus, não tem nada a ver com o esfregão. É que finalmente saiu meu visto de trabalho! Yeaahhhhhh!!! Já saímos pra celebrar. Meu destino é pecar!!!!!!!! Lóóógicooooo!!!!
De absoluta novidade no cenário barcelonino invernal, apenas que acho que, pode ser, talvez, quem sabe… mas pode estar pintando um climinha entre meu chefe e eu. Não sei, não sei… Posso estar tendo alucinações (muito leite com cereais ou vai ver é a falta de carne), massssssssssssssss… coisinhas estranhas estão acontecendo. Vou atualizando conforme o andar dos trabalhos.
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