Minha irmã saiu hoje do hospital. Recapitulando: para quem não sabe, minha irmã Maninha, a segunda mais velha, que mora em Brasília, tem lutado como pode contra a morte. E, finalmente, começou a melhorar. Não preciso dizer que estou muito mais tranqüila com a “evolução”, como se diz no jargão médico. Porque, ainda que digam que a morte é a paz, ou que estamos acostumados a ela pela banalização da violência, a desumanização hospitalar ou o que for, não, não é fácil observar uma pessoa querida morrer. Eu, tenho certeza, não agüentaria passar por isso de novo. Não agora.
Mas esse papo fica suspenso até, espero, muito tempo. De volta à vida, por favor.