Audrey não era normal

Patu Antunes em Barcelona

Protegido: Rebobinando: here we go! janeiro 20, 2012

Filed under: Sem categoria — Patu Antunes @ 1:17 am

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Protegido: Y otras cositas más setembro 12, 2011

Filed under: Sem categoria — Patu Antunes @ 12:30 am

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Protegido: O amante está nu junho 20, 2011

Filed under: Sem categoria — Patu Antunes @ 11:43 pm

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Protegido: O amante, round 2 junho 1, 2011

Filed under: Sem categoria — Patu Antunes @ 2:27 am

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Protegido: O amante abril 21, 2011

Filed under: Sem categoria — Patu Antunes @ 4:04 pm

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Mundo cão no Congo: segure o estômago e faça alguma coisa fevereiro 18, 2011

Filed under: Fogo — Patu Antunes @ 6:03 pm
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Ontem vi um documentário muito bom. De um cara com colhões. Estilisticamente poderia ser melhor (e também algumas coisas não explicadas que poderiam ter ficado mais claras), mas na essência (investigação, compromisso, independência) é realmente um trabalho incrível. Chama-se “Blood in the Mobile” e traça a conexão entre a guerra na República Democrática do Congo e a indústria do celular, tocando despuradoramente a Nokia (mas deixando claro que é um problema a que a indústria de eletro-eletrônicos em geral patrocina). Sim, é daqueles documentários que podem dar um pouco de preguiça de ver, mas que o diretor (Frank Poulsen, um dinamarquês) soube explorar com o devido equilíbrio. Em um mundo com misérias humanas servidas de bandeja a cada minuto, ele consegue sensibilizar com paciência e didatismo. O que ele mostra? O horror, absoluto horror, que os seres humanos lá da RD Congo vivem para que nós, principalmente nós do mundo medianamente desenvolvido, possamos desfrutar da comunicação, mas sem desbancar pra chantagem emocional pura e dura.

O Congo está em guerra há décadas e grupos armados variados estão sempre brigando (e matando e torturando e estuprando) para controlar a extração de minérios utilizados para fabricar celulares, computadores, etc. E, tchan, sabemos no documentário que a Nokia expolia o Congo há muito tempo, desde que o rei belga Leopold roubava por lá, no século 19! E que o boom da telefonia móvel nos últimos 15 anos serviu para conectar-nos a full mas também para piorar uma situação que já era absurda.

Esta semana, como teve o Mobile World Congress aqui, passam o filme em duas ocasiões, em eventos organizados por um grupo de ONGs que tenta chamar a atenção pra uma causa que eu, alienada que só, nem tinha me dado conta que existia: a dos “minérios conflitivos”. Aqui fica o trailer pra conferir a história.

E se você quiser fazer alguma coisa, o diretor deu, no debate de ontem, uma idéia: 4 passos para colaborar de alguma maneira.

1) Ajudar a conscientizar sobre o problema: difundir a info, participar no Facebook, no twitter, Youtube, onde der.

2) Ao pensar em comprar um celular, se puder recusar uma compra, deixe claro que é porque a companhia – ainda mais se for Nokia – usa minérios conflitivos do Congo que patrocinam uma guerra onde já morreram cinco milhões de pessoas (e onde pelo menos 300.000 mulheres foram violadas até agora). A pessoa da loja não vai entender nada, mas se mais gente falar disso, essa reclamação vai acabar aparecendo em algum lugar dentro das companhias. Se puder reclamar diretamente pras companhias, melhor ainda.

3) Pressione os políticos, como puder.

4) Engaje-se, ajude ou colabore com as ONGs que estão trabalhando no Congo, especialmente as que estão mais focadas nessa questão. O documentário fala da Global Witness, cuja sede é em Londres.

O documentário tem uma parte ótima que fala que é perfeitamente possível saber de onde vem cada minério comprado pelos fabricantes. Ou seja, se as empresas pelo menos divulgassem sua cadeia produtiva e exigissem a seus fornecedores que a matéria-prima não seja originária desses conflitos, a coisa começaria a mudar por lá… Enfim, muita coisa a fazer!!

Beijos.

 

Protegido: Das coisas necessárias (e algumas tristes) para fechar ciclos janeiro 27, 2011

Filed under: Sem categoria — Patu Antunes @ 8:36 pm
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2011: vamos entrar? janeiro 12, 2011

Filed under: Sem categoria — Patu Antunes @ 12:44 am

No começo de dezembro as luzes de Natal passaram a iluminar as Ramblas e também me deram um abraço alumbrado. Meu sétimo inverno, o “oh-já-é-Natal!”, a sensação de que o tempo não passa e sim voa… Tudo como um filme projetado em frames frenéticos nos meus pensamentos: o tempo não passa e sim voa. E aqui estamos outra vez, em 11.1.11. Dois mil e onze, friends! Quem diria que chegaria até aqui? Eu, um dia, pensei que morreria aos 33 ou 34.

Besteira. Os anos estão passando e quase tudo está ficando melhor. A grande exceção à regra, esta semana, são as ruguinhas que saltaram nos meus olhos de um dia pro outro e estão me levando a concluir que talvez tenha que recorrer ao laser – apesar de evitar, ao máximo possível, até a radiação dos microondas… Tsc, tsc… Mas tudo bem. Microondas, fora! Laser dentro! Rugas no olho fora!

Este novo ano começou muito bem e me deixou tão felizinha que até achei que fosse acordar de repente e maldizer esse mundo vil e cruel. Mas não. Nem estava dormindo. Semana passada recebi o presentão de Natal-Ano-Novo-Reis, tudo junto, com a visita surpresa da Ju e do Lole. Três dias em que minhas eternas preocupações sem (e com) sentido foram “estacionadas” para poder desfrutar um pouco da presença dos dois.

Retrocedendo um pouco mais no calendário, a 31 de dezembro, chegamos à Ana Flávia, amigona que veio passar duas semaninhas aqui (e, chuif, já vai embora no domingo!).  Celebramos o ano-novo com um jantar delicioso na casa da Ana Beatriz e Dioni, e depois fomos dançar. E depois descansar rapidinho no Café de la Ópera. E no dia seguinte comerrrrr em casa. Aiai minha pancinha… :)

E agora as notícias do amor: Momento… Flashback!

Não demonstrei interesse. Não agi com segundas intenções. Nem pensava na possibilidade. Para mim estava (e, aliás, está) mais que assimilado o fim. Mas, eis que nem sei quando, uns dias antes do Natal, Christos me ganhou pelo cansaço. Nos enrolamos em uma, duas, três, quatro ocasiões.  A carne é fraquinha, coitada, e ele ficou muuuuuito feliz. Acho que pensa que reatamos. Mas não reatamos, não. O buraco é bem mais embaixo aqui neste ponto acima do Equador.

- “Acho que deveríamos ‘ficar’ até quando a gente puder”, disse ele.

- “E quanto tempo é isso?”, perguntei.

- “Ah, até os 100 anos…”, concluiu, com muita tranquilidade.

- “Hahhahahahahahahahahahahahahahaahahhaahahahah…”

Hoje, alguns dias depois do aniversário dele (data que não me despertou a ternura característica dos anos anteriores – sintomático!), estou nem aí. Quero que ele esteja bem, é lógico, mas eu quero é ficar estupenda! Como disse à Cláudia outro dia, me sinto em um quarto todo branco (todo, todo!), sem móveis, vazio, em que só estamos ele e eu, olhando um pra cara do outro sem saber o que fazer. Seja o que for, só de pensar no “Christos-way-of-life” e nas deprês dele, já fico com preguiça. Ele disse outro dia, na cama, que estávamos vendo um documentário (fato que nego porque não lembro)  e que de uma hora pra outra falei: “Tchau!!!” e dei um pulo lateral, virei pro outro lado e dormi profundamente. Acho que estou fazendo isso também, desperta e de olhos bem abertos, mas sem ter a mínima ideia de onde isso vai dar. Espero que em um plácido, profundo e revigorante sono. :)

Fé nos astros

Quem convive comigo não aguenta mais me ouvir falar da Susan Miller, a astróloga fodona do www.astrologyzone.com

Pois aqui está a entrevista da fofa na Trip, de outubro: http://revistatrip.uol.com.br/revista/193/paginas-negras/susan-miller.html

Vale, e muito, a pena, se você não tem preconceito com os astros (é lógico!).

Jobs

Confirmado: meu último mês na loja, a partir de fevereiro fico full-time na empresa. Isso se o rumo não mudar. Semana que vem, aguardem.

Beijos!

 

Contagem regressivaaaaa…. dezembro 9, 2010

Filed under: Sem categoria — Patu Antunes @ 1:54 pm

Inacreditável, já é Natal outra vez! Quando vejo as árvores das Ramblas decoradas, cai a ficha: caralho, o tempo voa. Acho que o que mais me provoca desassossego é a sensação de que um ano inteiro passou em brancas nuvens. Diariamente, acordo, me debato na cama, não quero levantar. Mas aí penso que preciso garantir o leitinho das crianças e, ufa!, saio da cama. Banho, roupicha, cremes. Rua. Job, que pode ser mais ou menos chato dependendo do dia. E aí posso voltar pra casa. Ou encontrar os amigos. Ou ir ao cine. Enfim, essas são minhas brancas nuvens. Todo dia ela faz tudo sempre igual e a Terra continua girando. Mas este ano… não tenha essa sensação de repetição broxante. Outro ano vai começar e me sinto muito bem, mais “consciente”  do “agora”, tranquila sobre o futuro. Ui, que hippie!!

Na prática, tenho novidades. Vou reorganizar minha vida profissional. Quero otimizar meu tempo e ganhar mais. Simples, tenho mais despesas (a terapia é um novo gasto importante) e, portanto, preciso de mais cash. É bem provável que saia da loja e fique só na empresa, em período completo, com horário corrido – o que quer dizer que às 18h estarei livre! Com isso, posso garantir minha rotina de esportes (estou correndo meia hora, três vezes por semana). Também decidi selecionar melhor os trabalhos extras. Tenho três boas possibilidades de projetos, que vou analisar do ponto de vista “custo-benefício”. Ainda é cedo para falar, mas tem algo novo no ar e estou me animando! Dedos cruzados! :)

Também decidi ter um mês, no mínimo, de férias-férias. Não férias-trabalho. Resolvi pôr como objetivo, finalmente, minha sonhada viagem ao Japão… e ao Tibet! Na verdade, não vejo muito factível o Tibet agora, porque significa ter que ir à China primeiro, e dá-lhe dinheiro!! Mas algo pela Ásia, sim que quero fazer :)

O amorrrrrr – Tudo muito tranquilo nesse terreno. Depois do fim-do-que-não-começou, veio a decepção… e aí, tchan! Tudo bem!! Embarquei (quer dizer, estou embarcando) na paquera virtual com o kiwi, o neo-zelandês gato que conheci no Nepal. A coisa está muito relax agora. Já passei pela animação, ansiedade e agora estou na minha, focando nos projetos que estão para entrar e/ou desenrolar. Ele está indo trabalhar no EUA em janeiro, mas ainda não sabe direito como e onde vai ficar… Bom, não quero pensar muito. Quanto menos esforço, melhor. Com Christos, falando em esforço, dá até preguiça. Nos vimos outro dia, um mês depois do último encontro, e desatei a dar bronca nele (implicância mesmo). Coitado. Mas aí ele acabou abrindo o coração e queria saber por que eu estava “diferente” com ele… Eu não soube responder. Amanhã nos veremos em uma expo e talvez dê pra conversar. De todas formas, desapeguei. E ainda não voltei a pegar em ninguém… e nem quero!!

Beijos.

 

Meu dia de Porcina novembro 17, 2010

Filed under: Sem categoria — Patu Antunes @ 12:08 am

Hoje confirmei o que já intuía nos últimos meses, mais concretamente desde minha volta das férias: H não tem energia para um relacionamento à distância. Ainda mais à tão longa distância como “esse” nosso. Colaborou pra esse estado de (des)ânimo o fato de que ele está completamente desnorteado sem job. Vai mudar de cidade outra vez, pra meca da tecnologia, onde as oportunidades existem em maior quantidade (e qualidade). Diante da minha decepção, ele disse que talvez eu não estivesse entendendo: “teria sido maravilhoso se você estivesse perto”. Me decepcionei mais ainda: “não sei se teria sido maravilhoso ou não, já que não tivemos nem a chance de tentar”. Ufffffffff……..  Neste momento sou uma espécie de viúva Porcina, só que muito mais bonita, sem penduricalhos e sem o mala-sem-alça do Sinhozinho Malta: viúva sem nunca ter sido.

Fiquei triste, meio puta, meio frustrada, meio decepcionada. Imaginei minha volta pra casa, de bicicleta, as lágrimas escorrendo pelo meu rosto na noite fria. Meu rosto petrificado de vento e lágrimas.  Chegaria em casa, iria direto pro meu quarto, sem nem falar com Liana. Iria emagrecer pela falta de fome. Os gatos viriam lamber meu rosto amanhã, quando eu não conseguisse sair da cama e maldissesse essa vida miserável que me obriga a levantar pra ir trabalhar…

Ops, ops, ops!!! Pára tudo!!! Fiquei triste, meio puta, meio frustrada, meio decepcionada, sim. Voltei pra casa de bicicleta… Mas as lágrimas não caíram. Até me esforcei, mas não, elas mudaram de ideia. Aí tocou “I wanna be sedated” e não resisti: vim cantando pelo caminho. Instantaneamente veio uma ideia, assim, terapêutica: por que eu não vomito num papel todos os adjetivos que eu sei pra descrevê-lo neste momento? Algo estilo vingancinha mesmo. Com o Christos funcionou. A diferença foi que eu vomitei os maiores impropérios via celular na cara dele, aos berros e por mensagens (só pra ofender em dose dupla). Acabei com o coitado e dois dias depois lá estava eu, novinha em folha (e ele me apareceu rastejando, implorando perdão. Cena triste)… Mas o que importa, como eu ia dizendo, é que no final, dois dias depois, lá estava eu, reluzente sem aquela merda apodrecida me comendo por dentro. Será que vai funcionar agora também? Vou tentar.

Mas nessa história toda o meu único arrependimento foi não ter pegado o neo-zelandês gato-gato-gato que conheci no Nepal. Aiaiiiii… Chegando em casa, falei com ele via FB, informando que o sinal está verde, caso ele venha para a Europa um dia desses… Parece que virá, pra Inglaterra, em algum momento por aí, hahahhahahaha. Anyway, decidi que não quero mais histórias amorosas por agora. Quero sossegar. (Ah, também não teria sido nada malz ter experimentado o monge tarado… aiai………… regret!).

Family affairs

Enquanto isso, problemas na família. Saúde… ai ai…….. Não quero comentar nada ainda, vou é fazer promessa!

Job affairs

E, pra equilibrar, talvez boas notícias no job: parece que o chefito quer me promover. Eu passaria a trampar 40 horas, deixaria a loja e ganharia um aumento (além do proporcional, lógico). Ainda não falamos em detalhes e não tem proposta formal. mas seria já para o ano que vem. Quando ele me contou da ideia, fiz cara de horror – o que fez com ele tentasse me “convencer” e mencionar o aumento (e até possíveis subsídios pra aulas de francês). Mas depois, pensando no assunto, embora não goste da ideia de ficar o dia todo enfurnada num escritório, comecei a pensar como seria bom ganhar 25% a mais e ter meu horário mais organizado (e com sábado e domingo totalmente livres).  Então, se ele aceitar minha proposta, ano que vem estarei com um só contrato – e continuarei com meus projetos em free-lance!

Beijocas!!

 

 
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